Vista aérea de um estuário

A empresa cresceu.
A forma de liderar ficou para trás.

A Estuary organiza papéis, responsabilidades e decisões no topo de empresas familiares, para que elas cresçam, se profissionalizem ou passem adiante sem depender dos donos.

Por Letícia Nigro Leme, que vendeu a empresa da própria família para uma multinacional listada na Nasdaq.

Se três ou mais destas frases soam familiares, vale uma conversa.

01

Tudo ainda precisa passar por você.

02

Os sócios passam mensagens diferentes para a equipe.

03

Todo conflito da equipe acaba na mesa dos sócios.

04

Tem reunião toda semana, mas as decisões não ficam claras.

05

Os bônus são pagos sem nenhum critério de comportamento.

06

Gente boa pediu para sair e você não entendeu direito por quê.

07

Você não consegue se ausentar uma semana sem o telefone tocar.

08

A empresa cresceu, mas a margem não acompanhou.

Não é um problema de pessoas. É um problema de estrutura de decisão.

Papéis pouco definidos. Decisões mal distribuídas. Sócios desalinhados. Autoridade confusa. Conversas que nunca aconteceram.

A equipe normalmente sente primeiro aquilo que a diretoria ainda não resolveu.

Isso já está custando caro. Só não aparece no balanço.

Tempo.

Cada decisão que espera por você trava uma área inteira. O dono vira o gargalo da própria empresa.

Gente.

Os melhores saem primeiro. Eles não aguentam trabalhar sem saber quem tem a palavra final.

Valor.

Empresa que depende do dono vale menos: para quem compra, para quem herda e para quem fica.

Você provavelmente já tentou alguma destas coisas.

Planejamento estratégico.

O plano ficou bonito, mas não mexeu em quem decide o quê.

Treinamento de liderança.

Conteúdo genérico, e os líderes voltaram para a mesma estrutura confusa.

Contratar um gerente.

Ele chegou sem autoridade real e as decisões continuaram subindo.

Consultoria com relatório.

Diagnóstico certo, entregue numa pasta. Ninguém ficou para ajudar a mudar.

O que faltou em todas: alguém ao lado dos sócios, organizando decisões e papéis dentro da operação real.

Uma advisory boutique para famílias empresárias.

Estuário é onde o rio encontra o mar, um dos ambientes mais produtivos do planeta justamente porque ali fluxos diferentes se encontram.

Numa empresa familiar é igual: negócio, família, patrimônio, liderança e sucessão correm juntos. A Estuary senta ao lado dos sócios para que esses fluxos sigam na mesma direção.

Três formas de trabalhar.

01

Piloto Executivo

90 dias · a entrada

Com sócios, alta direção e até 2 líderes-chave. Diagnóstico e perfil comportamental nos primeiros 45 dias; papéis, matriz de decisões e organograma nos 45 seguintes.

02

Advisory Estuary

6 a 12 meses · a continuidade

Uma cadeira ao lado dos sócios nas decisões reais: crescimento, profissionalização, sucessão e preparação para venda, com parceiros de M&A e jurídico quando preciso.

03

Palestras

para grupos

Liderança, sucessão e valor da empresa familiar para associações, bancos e grupos de empresários.

Ao fim do Piloto, cada um sabe quem decide o quê.

Perfil comportamental

01

Sócios e alta direção, com devolutiva e plano de ação individual.

Mapa de dependência

02

Onde tudo ainda passa pelos sócios e trava a operação.

Papéis e funções

03

O que é de cada um, sem sobreposição e sem lacuna.

Organograma

04

Como o topo da empresa precisa funcionar.

Matriz de decisões

05

Quem decide, quem é consultado e quem executa.

Recomendações

06

Um plano de seis meses para levar autonomia à equipe.

A mesma empresa. Outra forma de liderar.

HojeDepois do Piloto

Tudo sobe para o dono

Cada decisão tem dono

Sócios falando línguas diferentes

Sócios alinhados sobre quem decide o quê

Ninguém sabe direito o papel de cada um

Papéis, funções e organograma claros

Líderes que esperam ordem

Líderes sabendo o que podem decidir

Você não consegue se ausentar

Você fora das decisões que não são suas

Para famílias empresárias que já decidiram que não dá para continuar assim.

É para você se:

  • A empresa é familiar, cresceu rápido e tem de 30 a 200 funcionários
  • Os sócios ainda estão na operação
  • Você decide tudo sozinho ou carrega o peso da empresa sem ter com quem dividir
  • Pensa em sucessão, profissionalização ou venda

Não é para você se:

  • Procura um treinamento de prateleira
  • Quer que alguém decida no seu lugar
  • Os sócios não estão dispostos a participar
Letícia Nigro Leme
25

anos do lado de dentro de uma empresa familiar

Eu vendi a empresa da minha família. Hoje aconselho a sua.

Por 12 anos fui diretora de operações, diretora administrativa, conselheira e sócia de uma empresa familiar de dispositivos médicos. Participei da preparação, da negociação e da venda da empresa para a Materialise, multinacional listada na Nasdaq.

Sou economista e internacionalista, com pós em Administração pela FGV e em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral, e mediadora de conflitos. Gosto de negócio e de negociar, dentro e fora da empresa da família.

01

A decisão é de quem fica

Eu influencio, oriento e dou direção. Quem decide são vocês, porque são vocês que vão arcar com as consequências.

02

Chego por último, escuto primeiro

Converso com todo mundo antes de dar qualquer parecer.

03

Problema complexo, solução simples

Acho o que está fora do lugar e coloco no lugar certo.

O que os sócios costumam perguntar.

Minha empresa é pequena demais?+

O trabalho é pensado para empresas familiares de 30 a 200 funcionários, com os sócios ainda na operação.

Preciso parar a operação?+

Não. O trabalho acontece dentro da rotina, usando as decisões reais da empresa.

Os sócios precisam participar?+

Sim. Sem os sócios na mesa, a estrutura não se sustenta.

Isso é coaching ou terapia?+

Não. É trabalho de conselho: decisões, papéis, estrutura e acordos entre sócios.

Quanto custa?+

Depende do tamanho da empresa e do formato. Os valores são apresentados na conversa inicial.

Atende fora de Rio Claro?+

Sim. O trabalho é em grande parte online, com encontros presenciais quando fizer sentido.

Vamos começar por uma conversa com os sócios.

60 minutos para entender o momento da empresa e ver se faz sentido trabalharmos juntos. Sem compromisso.

O problema não é crescer. É quando a empresa cresce mais rápido do que a liderança.